O que fica feito.
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Cálculo pelo volume, não pela área
Numa nave o que conta é o ar que lá está dentro: o pé-direito, os portões que abrem e o que se passa lá dentro. Os metros quadrados do chão dizem pouco.
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O calor que sobe, devolvido ao chão
Num pavilhão o ar quente acumula-se junto ao teto, longe de quem trabalha. Trazê-lo de volta é o que faz a conta da energia mudar de figura.
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Ventilação e renovação de ar
Ar novo e extração para espaços grandes, com gente e com equipamento a trabalhar lá dentro.
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Manutenção contratada
Planos preventivos que evitam paragens e fazem o equipamento durar.
Como trabalhamos.
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Fala-nos do espaço
Área, pé-direito, portões e o que se faz lá dentro. Sem compromisso.
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Visita técnica
Medimos, avaliamos o existente e desenhamos a solução certa.
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Proposta fechada
Equipamento, prazos e preço por escrito. Sem surpresas.
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Obra e acompanhamento
Instalamos, testamos e ficamos por perto com a manutenção.
«A primeira vez que houve o contacto, mostraram logo confiança.»
Vendemos, instalamos e mantemos as principais marcas.
Perguntas que nos fazem sempre.
Não. Num armazém conta o volume e não a área: o pé-direito, os portões que abrem e o calor que sobe e fica preso no teto. O cálculo é outro, e o equipamento também.
Fica, se o calor ficar todo no teto a aquecer o que ninguém usa. Por isso a primeira pergunta numa nave é o que fazer ao ar quente que sobe, e só a seguir quanta potência é precisa.
Ventilar e climatizar resolvem problemas diferentes: uma renova o ar, a outra muda a temperatura. Na visita vemos qual das duas o espaço precisa — muitas vezes é só uma.
Fazemos. Há planos de manutenção contratada, preventivos, para o equipamento não parar a laboração quando faz falta.
Também tratamos de:
Para ler antes:
Onde trabalhamos: